Como Tratar a Azia, Gastrite e o Refluxo sem Omeprazol

dor no estomago

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Como tratar a azia, gastrite e o refluxo sem Omeprazol; ao contrário do que muita gente imagina as causas do refluxo ou até mesmo da gastrite não é devido à grande acidez estomacal, mas sim, da ausência de ácidos no estômago. Dessa forma, aumentar a acidez pode ser uma forma muito eficaz de tratar esses problemas gástricos.

A gastrite, por exemplo, nada mais é do que feridas na mucosa do estômago. O tratamento sugerido nesses casos é realizado pela ingestão de omeprazol e antibióticos, que juntos atuam na recuperação da mucosa e expulsam bactérias indesejadas.

Entretanto, por se tratar de um medicamento, o omeprazol utilizado em excesso pode causar problemas de saúde ainda maiores, como a gastrite atrófica, por exemplo. Felizmente, a natureza oferece para todos nós uma alternativa para essa forma de tratamento, vamos falar sobre ela nesse post.

 

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Entendendo o sistema digestivo

O sistema digestivo é bastante complexo e para que todo o processo seja concluído de forma satisfatória é necessário que os órgãos e hormônios envolvidos estejam perfeitamente alinhados.

Após a mastigação dos alimentos, eles chegam ao estômago onde são triturados e depois transformados em uma sopa gástrica. Essa sopa é levada ao duodeno onde o hormônio secretina entra em ação para estimular a produção da bile.

Quando o estomago produz baixas quantidades de ácidos, a sopa gástrica fica sem forças para percorrer todo o caminho digestivo e com essa deficiência podem aparecer problemas como lesões nas paredes intestinais, gerando gastrites e azias.

Riscos de usar medicamentos

O tratamento tradicional de problemas estomacais como a gastrite é feito pela junção de antibióticos e omeprazol. Entretanto, o uso constante do omeprazol pode causar efeitos colaterais como diarreia, dores na lombar, flatulência, prisão de ventre, enjoos, vômitos, tosse, dores abdominais e dores de cabeça.

Em situações mais graves, os componentes desse medicamento podem resultar em gastrite atrófica, baixa de magnésio no sangue. Pode acontecer também de desencadear insuficiência renal crônica ou até mesmo osteoporose.

Além de que grávidas e lactantes não podem fazer uso do medicamento, e nem pessoas alérgicas a algum componente presente no remédio.

Agradecendo à “mãe-natureza”

Sim, a natureza realmente fornece tudo o que nós precisamos para viver bem e com qualidade de vida. Mas, a gente insiste em continuar utilizando coisas industrializadas, sejam alimentos, ou até mesmo medicamentos.

Já se tornou senso comum de que a sua saúde alimentar está relacionada a quantidade de alimentos que você descasca e não aos que você retira das embalagens.

O mesmo ocorre com os medicamentos. A grande maioria possui princípios ativos que podem ser encontrados na natureza, mas são potencializados com uso de componentes químicos que pode fazer mal a outras áreas do corpo. Por isso, vale a pena resgatar conhecimentos herdados por nossos avós e lançar mão aos benefícios oferecidos por plantas, por exemplo.

A planta aroeira é versátil até no nome. Ela é conhecida como corneíba, aroeira da praia, aroeira mansa ou como areoira vermelha.

As propriedades da aroeira são eficazes contra diversos tipos de problemas de saúde, agindo em combate a inflamações e bactérias, por exemplo. Entretanto, você deve estar sempre atento, pois algumas pessoas são sensíveis a ela e acabam apresentando quadros alérgicos nas mucosas ou na pele.

Isso acontece, devido as propriedades dessa planta, que é rica em polifenois e taninos, substancias bastante utilizadas pelas indústrias farmacêuticas.

Esse é um método que pode ser encontrado no curso livro Vencendo a Azia, um curso online que permite tratar seus problemas gastrointestinais fazendo uso de tratamentos totalmente naturais.

Benefícios da aroeira

Um estudo realizado, mostrou que a maioria dos pacientes que realizaram tratamento com a aroeira teve total restauração das mucosas que foram lesionadas por gastrites.

A aroeira é um fitoterápico, ou seja, seu uso traz pequenas chances de efeitos colaterais, ao contrário do omeprazol.

Outros casos em que a aroeira pode ser utilizada é no tratamento de doenças ginecológicas, dispepsias e até mesmo em alguns quadros de inflamação.

Como consumir a aroeira

Dependendo da finalidade para qual a aroeira é utilizada, ela pode ser preparada de formas diferentes. Com a casaca, por exemplo, é possível fazer chás. Quem tem problemas de estômago deve usar o pó da casca, adicione um litro de água para cada 300 gramas de pó.

Você pode inserir de duas a três colheres de sopa dessa infusão por dia.

O chá de aroeira é um aliado no processo de cicatrização de feridas e até mesmo contra tumores. O chá é um adstringente e pode ajudar também em quadros inflamatórios. Sua principal característica é a sua eficácia na resolução de problemas gástricos como azia e gastrite.

Caso queira usar a aroeira diretamente na pele, você pode fazer um chá mais forte para usar em banhos ou em lavagens locais. A cada 25 gramas de cascas de aroeira, acrescente 1 litro de água e deixe cozinhar.  Tome um banho bem quente com essa mistura por cerca de 15 minutos. Essa prática ajuda a aliviar reumatismos, por exemplo.

Mude seus hábitos e busque ter sempre uma alimentação saudável, agindo assim e preferindo recursos naturais no lugar de remédios você terá uma saúde inabalável.

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Sra. Rita de Cássia / Belo Horizonte-MG

Sra. Maria do Carmo / São Paulo-SP

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