Category Archives: + LIDOS DA SEMANA

Como Curar Queimação do Estômago

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars (5.131 Votos, Média: 4,80 de 5)
Loading...

A causa principal da queimação no estômago é o aumento da produção de ácido gástrico e refluxo para o tubo esofágico. Nesse quadro, podem ser distinguidos 4 grupos de pacientes: aqueles com dispepsia (dificuldade para digerir alimentos), pacientes com gastrite aguda, pacientes com gastrite crônica e, por fim, pacientes com doença do refluxo gastresofágico. Alguns grupos de pacientes como obesos e tabagistas também têm risco aumentado de terem os sintomas.

Basicamente a queimação no estômago se caracteriza por dores na região esternal e uma forte sensação de ardência. O diagnóstico é feito através da história clínica do paciente com exames clínicos mais detalhados para se verificar outras doenças. Complicações associadas incluem o aparecimento de úlceras e alterações da mucosa esofagiana.

O tratamento pode ser feito com o uso de antiácidos, inibidores histaminérgicos e inibidores de bombas de prótons. Plantas medicinais como alcaçuz, menta, cálamo e erva-cidreira ajudam a combater os sintomas e aliviar a queimação. Algumas dicas importantes incluem a mudança nos hábitos alimentares, pratica de esportes, redução do sedentarismo e do consumo de álcool e cigarros.

Definição queimação do estômago

A queimação no estômago, como o próprio nome sugere, é uma sensação de ardência na região estomacal. Essa dor pode se irradiar dando a impressão de ser uma dor no peito, mais especificamente atrás do osso esterno.

A queimação no estômago é uma doença crônica e pode representar uma das formas da gastrite (ler gastroenterite). Essa afecção é comum entre a população, entretanto, quando os sintomas tornam-se freqüentes, o paciente pode estar apresentando o que se chama de doença do refluxo gastresofágico. É sempre importante ficar alerta aos sintomas, pois eles podem estar mascarando algo mais grave.

Estatísticas queimação no estômago

A queimação no estômago é uma afecção relativamente comum e sua prevalência tem aumentado nos últimos anos. Parte disso desse aumento é devido aos hábitos de vida, mais especificamente os hábitos alimentares que as pessoas têm adotado que contribuem diretamente para a doença.

As estatísticas sobre a doença ainda são incertas, mas estima-se que 7% da população mundial apresentem queimação no estômago ou azia diariamente, 15% semanalmente e 50% mensalmente. No Brasil, uma pesquisa feita em 22 cidades revelou que 12% da população apresenta esse desconforto estomacal de 1-2 vezes por semana e que 7% apresentam o sintoma mais de três vezes por semana.

Causas queimação do estômago

Algumas causas da queimação do estômago e da gastrite estão descritas abaixo:

– Uma bactéria: Helicobacter pylori, que provoca inflamação gástrica.

Em 16 de junho de 1984, dois pesquisadores australianos Barry Marshall e Robin Warren demonstraram em um estudo que o estômago estava colonizado por bactérias (H. pylori), esta descoberta abriu a porta para uma nova terapia para a azia, o uso de antibióticos.

Esta descoberta revolucionária foi premiada em 2005, com o Prêmio Nobel de Medicina.

Sabendo-se que o câncer de estômago é parcialmente causado por H. pylori, o tratamento de vários casos de queimação no estômago com antibióticos mudou radicalmente a medicina, reduzindo a incidência de câncer de estômago;

– o estresse e/ou outros problemas pscicológicos: o sistema digestivo apresenta mais células nervosas que o cérebro! Assim, uma relação entre o sistema nervoso e o digestivo é uma realidade que o paciente e o médico devem levar em consideração. Portanto, através do tratamento do estresse, é possível, em alguns casos, diminuir fortemente a queimação do estômago;

– em caso de uso de medicamentos irritantes para o estômago como alguns antiinflamatórios não esteroidais = AINES (ácido acetilsalicílico, ibuprofeno, diclofenac,…) ou antiinflamatórios esteroidais (cortisona,…).

Estes medicamentos podem irritar fortemente a mucosa gástrica e conseqüentemente provocar úlceras (que por sua vez, podem provocar sangramentos) e queimação do estômago. Inúmeras outras classes de medicamentos também podem desencadear complicações gastrointestinais (antibióticos, acetilcisteína…);

– uma alimentação pouco saudável (alimentos muito ácidos, gordurosos, temperados, consistentes, excesso de álcool…);

– uma hérnia hiatal (problema muscular entre o estômago e o diafragma);

– em caso de gravidez ou excesso de peso (devido a um aumento da pressão no estômago);

– alguns agentes infecciosos (como determinados vírus, neste caso falamos em gastroenterite);

– alergias ou pseudo-alergias a determinados alimentos ou medicamentos;

Grupos de risco queimação no estômago

A queimação no estômago atinge muitos tipos de paciente. Dentre eles, os mais propensos são aqueles com uma má alimentação ou com consumo excessivo de determinados alimentos. Alguns desses alimentos são:

– Frutas cítricas, como limão, laranja e tangerina

– Café e alimentos com cafeína

– Condimentos, vinagres, temperos e molhos, como gengibre, molho inglês, dentre outros

– Alimentos muito gordurosos e frituras

– Pimentas e pimentões

– Refrigerantes

Pacientes com gastrite e doença do refluxo gastresofágico apresentam constantemente episódios de queimação no estômago.

Além da alimentação, outros grupos de risco para apresentarem queimação do estômago são:

– Pacientes obesos

– Pacientes grávidas, uma vez que há compressão e relaxamento do esfíncter esofagiano

– Tabagistas

– Pacientes com síndrome de Zollinger-Ellison

– Pacientes com hérnia de hiato

– Pacientes que, por algum motivo, apresentem demora no esvaziamento gástrico. Isso acontece com pacientes internados ou com deficiências na mobilidade do trato gastrintestinal.

Sintomas queimação do estômago

Os sintomas da queimação no estômago ocorrem devido ao refluxo do conteúdo gástrico que sobre de volta para o esôfago.

Basicamente, quatro fatores são importantes para os sintomas da queimação do estômago. Primeiramente destacam-se os casos de dispepsia funcional, ou seja, casos nos quais os pacientes têm dificuldade em digerir os alimentos. No segundo caso, encontram-se pacientes com gastrite aguda. No terceiro caso, estão pacientes com gastrite crônica que podem apresentar úlceras estomacais. Por fim, o quarto grupo é de pacientes com queimação constante que podem apresentar a doença do refluxo gastresofágico.

– A queimação do estômago provoca uma sensação de calor no peito, as dores ocorrem em geral, atrás do esterno e sobem até a garganta (na região do esôfago). É possível sentir um gosto amargo ou ácido na boca. A queimação pode estar associada a um refluxo gástrico e a uma tosse. Os sintomas ficam geralmente mais intensos após uma refeição.

Ressaltamos que uma queimação do estômago ocasional ou de curta duração (3 a 4 semanas) pode ser tratada com auto-medicação, no entanto, se os sintomas forem mais intensos e prolongados, será necessário agendar uma consulta médica. No pior dos casos, pode haver riscos de hemorragias e câncer.

– A gastrite pode ser traduzida por sintomas de queimação do estômago, forte dor, diarréias e espasmos. Procure um especialista da área de saúde para obter mais informações.

Diagnóstico queimação no estômago

O diagnóstico da queimação no estômago é feito normalmente verificando-se os sintomas do paciente e os seus hábitos de vida, sobretudo os alimentares. Se os casos de queimação do estômago forem constantes, o médico pode solicitar exames mais específicos para saber se há alguma outra doença envolvida. Esses exames incluem testes de imagem do trato gastrintestinal superior, como a cintilografia e raio-X da porção superior. Nesses exames, é possível visualizar se há alguma anormalidade nos órgãos envolvidos.

Outro exame muito comum é a medida da acidez gástrica. Isso é feito monitorando-se o pH gástrico constantemente, num exame chamado pHmetria. Nele, é possível ver se a produção de ácido gástrico está acima do normal. A endoscopia gástrica também é um método praticado. Além de analisar o conteúdo gástrico, é possível realizar uma biópsia do tecido do estômago. O médico eventualmente pode indicar outros testes para verificar a presença da bactéria H. pylori e também verificar a presença de gastrite ou úlceras.

Complicações queimação no estômago

A queimação no estômago é uma doença crônica benigna. Entretanto, ela pode estar mascarando outras doenças mais graves, como a doença do refluxo gastresofágico e até mesmo gastrites.

O ácido constante pode provocar úlceras muito dolorosas e de difícil cicatrização. Além disso, alterações na mucosa esofágica provocadas pelo retorno ácido podem levar ao aparecimento de uma condição conhecida como esôfago de Barrett, na qual há aumento da incidência de câncer.

Tratamento queimação do estômago

Distinguimos diferentes tipos de medicamentos para tratar a queimação do estômago, como os antiácidos que podem ser adquiridos sem prescrição médica. Destacamos principalmente três tipos de antiácidos: os antiácidos aniônicos, os catiônicos e os complexos. Existem também outros medicamentos à venda sob prescrição médica. (B):

 

comprar-livro-vencendo-a-azia

De R$ 97,00 por Apenas 47,00

ou 6x R$ 8,67

1.  Medicamentos à venda sem prescrição médica

Observações sobre os antiácidos

– os medicamentos antiácidos devem ser tomados ocasionalmente ou por um curto período (3 a 4 semanas)

– para a posologia, peça conselhos ao seu farmacêutico (em geral esses remédios devem ser tomados cerca de uma hora após a refeição).

– atenção ao risco de interações dos antiácidos com outros medicamentos (ferro, antibióticos como as tetraciclinas,..), o ideal é deixar um intervalo de duas horas entre os medicamentos.

– em geral, o efeito dos antiácidos (ex: a base de sais de magnésio, cálcio ou alumínio) começa  aproximadamente 10 minutos depois da ingestão e tem duração de 30 a 60 min.

2.  Antiácidos aniônicos

Esta classe de antiácidos neutraliza a acidez do estômago.

– Bicarbonato de sódio, esta preparação à venda em sachês não deve ser utilizada em excesso, pois ela pode provocar inchaços e hipertensão. Existe um risco associado à esta preparação que é o de ocorrer um efeito contrário, aumentando assim a acidez .

– carbonato de cálcio (CaCO3), não deve ser utilizado por um tempo prolongado, atenção ao risco de hipercalcemia.

3.  Antiácidos catiônicos

Estes medicamentos ou moléculas também neutralizam a acidez do estômago e depositam uma película antiácida sobre a mucosa do estômago.

– hidróxido de magnésio (Mg(OH)2), deve ser utilizado com moderação. Atenção ao efeito laxante do magnésio!

– hidróxido de alumínio (Al(OH)3), deve ser utilizado com moderação. Atenção ao efeito constipante do alumínio.

– alumínio e magnésio (por ex. em Maalox, Gelusil,…)

4.  Antiácidos – complexos

Estes medicamentos ou moléculas também neutralizam a acidez no estômago e formam uma camada protetora na mucosa do estômago.

– magaldrato, deve ser utilizado com moderação

– sucralfato, deve ser utilizado com moderação, medicamento que não contém álcool.

5.  Medicamentos à venda sob prescrição médica

6.  Antagonistas dos receptores H2 de histamina

Moléculas – Princípios ativos

– ranitidina

– cimetidina

7.  Inibidores da bomba de próton = IBP

Estes medicamentos agem na bomba de próton das células parietais do estômago e são indicados contra as úlceras do estômago. Estas moléculas são bastante associadas a um antibiótico que age sobre o Helicobacter Pylori, uma bactéria que provoca úlceras.

Moléculas – Princípios ativos

– omeprazol

– esomeprazol

– pantoprazol

– lansoprazol

Fitoterapia queimação do estômago

Aqui estão alguns tratamentos naturais para aliviar a acidez gástrica e a queimação do estômago:

As plantas medicinais seguintes mostraram eficácia contra a acidez e queimação do estômago. A eficácia é, no entanto, relativa (se comparada aos tratamentos clássicos) e deve ser utilizada como uma medida complementar e não como tratamento de primeira escolha.

– O cálamo-aromático, que deve ser utilizado como infusão

– O boldo-do-Chile, que deve ser utilizado como infusão ou comprimido

– A camomila, que deve ser utilizada como infusão

– A celidônia, que deve ser utilizada em gotas ou comprimidos (atenção, utilize medicamentos prontos, nunca faça o seu próprio).

– O couve, que deve ser utilizado, em geral, como suco

– A alcarávia, que deve ser utilizada como infusão

– A erva-cidreira, que deve ser utilizada como infusão, gotas ou cápsulas.

– A menta, que deve ser utilizada como infusão ou comprimido

– A mil-folhas, que deve ser utilizada como infusão

– O alcaçuz, que deve ser utilizado como infusão

Homeopatia queimação no estômago

Diversos medicamentos homeopáticos estão disponíveis para o alívio dos sintomas da queimação no estômago. É sempre importante que um médico esteja ciente e oriente o paciente sobre qual medicamento deve utilizar. Dentre eles, podemos citar:

– Manganum 6CH

– Capsicum 3CH

– Argentum Nitricum 6CH

– Lycopodium 6CH

Dicas queimação do estômago

– Após uma refeição, caminhe um pouco e evite o repouso (pois a posição deitada favorece os refluxos ácidos do estômago), se quiser se deitar, procure dormir com a parte de cima do corpo um pouco mais levantada.

– Faça várias refeições ao dia, com porções menores (para que estômago não fique vazio por muito tempo)

– Mastigue bem os alimentos.

– Procure conhecer a causa da acidez. Medicamentos como determinados antiinflamatórios não-esteroidais= AINES (ácido acetilsalicílico (aspirina, ibuprofeno,…), acetilcisteína (medicamento contra a tosse produtiva) ou ainda determinados antibióticos, podem desencadear a queimação do estômago.

– Reduza o seu peso corporal, pois o excesso favorece a queimação do estômago.

– Se os sintomas de queimação persistirem e forem constantes, procure um médico e peça exames mais detalhados.

– Evite fumar, o fumo aumenta o ácido gástrico e pode promover o desenvolvimento de úlceras gástricas.

– Evite consumir álcool, ou ainda melhor, não consuma. O álcool irrita a mucosa do estômago.

Prevenção queimação no estômago

As dicas de prevenção para a queimação estomacal versam sobre mudanças nos hábitos alimentares para que a pessoa possa ter uma dieta balanceada e melhor distribuída.

– Evite consumir alimentos que provocam a acidez, como aqueles ricos em proteína (bifes espessos), gordura, temperos,frituras, e evite o  café, sucos de frutas ácidas (suco de laranja) e infusões que liberam o ácido (rosa-canina, malva)

– Consuma alimentos que diminuem a acidez (graças ao efeito bloqueador do alimento), como os iogurtes e banana.

– Evite o consumo de álcool e o tabagismo.

– Pratique esportes e evite o sedentarismo.

– Evite o uso de roupas muito apertadas na região abdominal

comprar-livro-vencendo-a-azia

De R$ 97,00 por Apenas 47,00

ou 6x R$ 8,67

Refluxo Tem Cura? Saiba Tudo Sobre esse Assunto e Cuidados com o Omeoprazol

queimaçao no estomago 1

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars (33.123 Votos, Média: 5,00 de 5)
Loading...

Refluxo tem cura ? Só que já sofreu sabe muito bem o que representa essa pergunta, por este motivo leia com extrema atenção aos próximos parágrafos, tenho certeza que você irá se surpreender.

Entenda quais cuidados devem ser tomados a fim de eliminar essa doença da sua vida, e descubra um método 100% natural de tratá-la!

Se você sofre com o mal da azia, com certeza esse texto será muito importante para o seu caso; Leia atentamente e veja quais cuidados você deve tomar daqui para frente.

O doutor Lair Ribeiro é especialista quando o assunto é saúde, médico cardiologista e nutrólogo, ele já escreveu 37 livros, sendo 15 best seller, tem 149 trabalhos científicos publicados e já trabalhou nas melhores Universidades do mundo, tudo isso enquanto exercia sua profissão. Por isso, hoje é a fonte principal desse artigo.

Conhecido e com fama de polemico, o médico hoje falou sobre uma doença comum, que atinge milhares de pessoas, a gastrite e todos os seus sintomas. Só quem tem a doença entende o quanto o refluxo e a azia incomodam diariamente depois de comer qualquer coisa.

Sabe aquela sensação de queimação, como se tivesse algo ácido na sua garganta? Imagine a aflição de sofrer com isso todos dias? É horrível!

O problema é que a maioria das pessoas que vivem com esse mal-estar acaba recorrendo a medicamentos que promovem alívio instantâneo, mas não duradouro a seu problema.

Essa definitivamente não é a melhor solução! Omeoprazol não é a solução paraíso seus problemas de azia ou refluxo, e vamos explicar melhor esse ponto. O medicamento está proibido e por isso não deve ser usado, em hipótese nenhuma.

lupa-350x230

 

Para entender melhor, vamos ter uma aula básica de anatomia:

Muitas pessoas começam a ter gastrite a partir dos 40 anos, quando o ácido clorídrico para de ser fabricado e isso gera problemas na digestão. Os primeiros sintomas estão relacionados ao refluxo, azia e dor. Perceba que, nesse caso, o ponto que causa a gastrite não é o excesso de ácido e sim a falta do mesmo, que faz altera todo o PH do corpo.

Nesse caso, você já relaciona a gastrite ao Omeoprazol e, em poucos minutos, faz uma pausa na farmácia para ter um estoque do medicamento, o problema é que ele age como um anestésico e você logo sente uma melhora, porém isso é tudo aparente.

O Omeoprazol alivia a queimação do esófago, melhorando um sintoma da gastrite, mas não está curando a doença, além de trazer mais danos ao sistema digestório.

Além de acabar “escondendo” e não resolver a doença, o medicamento ainda prejudica o estômago, inibe a produção da pepsina, e não permite a digestão das proteínas, o que causa problemas na hora de ir ao banheiro – a digestão não é feita e ocorre como um putrefaçao dos alimentos no intestino.

Uma dica importante para quem ainda não sabe se está com gastrite é através das fezes. Quando as mesmas possuem um odor muito forte com frequência, isso pode significar que falta ácido clorídrico no seu organismo, e que, portanto, você precisa de um tratamento certo para essa doença. Perceba que dissemos “certo”, então não recorra ao Omeoprazol!

Após essa simples explicação, deu para perceber que, enquanto você pensa que está resolvendo um problema, e se enche de Omeoprazol para aliviar a azia, apenas está piorando sua deficiência de ácido clorídrico e assim causando mais problemas.

O ponto, digamos que incrível, desse medicamento, é que ele acaba viciando e é bem comum escutar pessoas que são reféns dele, e precisam todo dia de uma dose para sentir-se melhor.

Lembre-se que ele causa apenas a sensação de alívio, mas, enquanto isso, você ainda não resolveu a sua gastrite e está a tratando de forma errada.

Azia é sinônimo de falta de produção de ácido clorídrico, e então você não precisa de um medicamento que age para acidez estomacal, são pontos opostos então muita atenção. Chega! Descarte todos esses comprimidos e vamos a um tratamento eficiente que não prejudicará ainda mais sua saúde.

Quem tem gastrite precisa ter uma alimentação saudável e assim logo perceberá que sua vida mudará. Se mesmo assim os sintomas continuarem e você achar necessário o uso de um medicamento, compre o medicamento que é oposto ao Omeoprazol e não insista nesse medicamento.

Lembre-se que sempre que estamos falando sobre doenças é fundamental recorrer a um profissional, que analisará especificamente o seu caso e lhe dará o tratamento correto.

Nossa saúde é muito frágil, e, por isso, ir atrás do que os outros falam pode acabar lhe rendendo diversos problemas.

Começou a sentir muita azia, aquela sensação de mal-estar e queimação? Então esse é o momento de procurar um especialista e ver o que é necessário para o seu caso, nada de automedicação ou Omeoprazol para dar uma “aliviada” rápida.

Você precisa de uma solução definitiva, uma cura para o seu problema, e não apenas uma aliviada momentânea, que pode acabar te causando mais e mais problemas.

Por que não recorrer ao Método Vencendo a Azia? Nesse curso totalmente online, você encontrará um passo a passo sobre como lidar com seu problema de maneira duradoura e natural.

vencendo a azia funciona

remedio caseiro para refluxo
refluxo tem cura
refluxo tem cura

refluxo tem cura


refluxo tem cura
 

Como Tratar a Azia, Gastrite e o Refluxo sem Omeprazol

dor no estomago

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars (3.123 Votos, Média: 5,00 de 5)
Loading...

Como tratar a azia, gastrite e o refluxo sem Omeprazol; ao contrário do que muita gente imagina as causas do refluxo ou até mesmo da gastrite não é devido à grande acidez estomacal, mas sim, da ausência de ácidos no estômago. Dessa forma, aumentar a acidez pode ser uma forma muito eficaz de tratar esses problemas gástricos.

A gastrite, por exemplo, nada mais é do que feridas na mucosa do estômago. O tratamento sugerido nesses casos é realizado pela ingestão de omeprazol e antibióticos, que juntos atuam na recuperação da mucosa e expulsam bactérias indesejadas.

Entretanto, por se tratar de um medicamento, o omeprazol utilizado em excesso pode causar problemas de saúde ainda maiores, como a gastrite atrófica, por exemplo. Felizmente, a natureza oferece para todos nós uma alternativa para essa forma de tratamento, vamos falar sobre ela nesse post.

 

como-tratar-a-azia-gastrite-e-o-refluxo

 

Entendendo o sistema digestivo

O sistema digestivo é bastante complexo e para que todo o processo seja concluído de forma satisfatória é necessário que os órgãos e hormônios envolvidos estejam perfeitamente alinhados.

Após a mastigação dos alimentos, eles chegam ao estômago onde são triturados e depois transformados em uma sopa gástrica. Essa sopa é levada ao duodeno onde o hormônio secretina entra em ação para estimular a produção da bile.

Quando o estomago produz baixas quantidades de ácidos, a sopa gástrica fica sem forças para percorrer todo o caminho digestivo e com essa deficiência podem aparecer problemas como lesões nas paredes intestinais, gerando gastrites e azias.

Riscos de usar medicamentos

O tratamento tradicional de problemas estomacais como a gastrite é feito pela junção de antibióticos e omeprazol. Entretanto, o uso constante do omeprazol pode causar efeitos colaterais como diarreia, dores na lombar, flatulência, prisão de ventre, enjoos, vômitos, tosse, dores abdominais e dores de cabeça.

Em situações mais graves, os componentes desse medicamento podem resultar em gastrite atrófica, baixa de magnésio no sangue. Pode acontecer também de desencadear insuficiência renal crônica ou até mesmo osteoporose.

Além de que grávidas e lactantes não podem fazer uso do medicamento, e nem pessoas alérgicas a algum componente presente no remédio.

Agradecendo à “mãe-natureza”

Sim, a natureza realmente fornece tudo o que nós precisamos para viver bem e com qualidade de vida. Mas, a gente insiste em continuar utilizando coisas industrializadas, sejam alimentos, ou até mesmo medicamentos.

Já se tornou senso comum de que a sua saúde alimentar está relacionada a quantidade de alimentos que você descasca e não aos que você retira das embalagens.

O mesmo ocorre com os medicamentos. A grande maioria possui princípios ativos que podem ser encontrados na natureza, mas são potencializados com uso de componentes químicos que pode fazer mal a outras áreas do corpo. Por isso, vale a pena resgatar conhecimentos herdados por nossos avós e lançar mão aos benefícios oferecidos por plantas, por exemplo.

A planta aroeira é versátil até no nome. Ela é conhecida como corneíba, aroeira da praia, aroeira mansa ou como areoira vermelha.

As propriedades da aroeira são eficazes contra diversos tipos de problemas de saúde, agindo em combate a inflamações e bactérias, por exemplo. Entretanto, você deve estar sempre atento, pois algumas pessoas são sensíveis a ela e acabam apresentando quadros alérgicos nas mucosas ou na pele.

Isso acontece, devido as propriedades dessa planta, que é rica em polifenois e taninos, substancias bastante utilizadas pelas indústrias farmacêuticas.

Esse é um método que pode ser encontrado no curso livro Vencendo a Azia, um curso online que permite tratar seus problemas gastrointestinais fazendo uso de tratamentos totalmente naturais.

Benefícios da aroeira

Um estudo realizado, mostrou que a maioria dos pacientes que realizaram tratamento com a aroeira teve total restauração das mucosas que foram lesionadas por gastrites.

A aroeira é um fitoterápico, ou seja, seu uso traz pequenas chances de efeitos colaterais, ao contrário do omeprazol.

Outros casos em que a aroeira pode ser utilizada é no tratamento de doenças ginecológicas, dispepsias e até mesmo em alguns quadros de inflamação.

Como consumir a aroeira

Dependendo da finalidade para qual a aroeira é utilizada, ela pode ser preparada de formas diferentes. Com a casaca, por exemplo, é possível fazer chás. Quem tem problemas de estômago deve usar o pó da casca, adicione um litro de água para cada 300 gramas de pó.

Você pode inserir de duas a três colheres de sopa dessa infusão por dia.

O chá de aroeira é um aliado no processo de cicatrização de feridas e até mesmo contra tumores. O chá é um adstringente e pode ajudar também em quadros inflamatórios. Sua principal característica é a sua eficácia na resolução de problemas gástricos como azia e gastrite.

Caso queira usar a aroeira diretamente na pele, você pode fazer um chá mais forte para usar em banhos ou em lavagens locais. A cada 25 gramas de cascas de aroeira, acrescente 1 litro de água e deixe cozinhar.  Tome um banho bem quente com essa mistura por cerca de 15 minutos. Essa prática ajuda a aliviar reumatismos, por exemplo.

Mude seus hábitos e busque ter sempre uma alimentação saudável, agindo assim e preferindo recursos naturais no lugar de remédios você terá uma saúde inabalável.

vencendo a azia funciona

Sra. Rita de Cássia / Belo Horizonte-MG

Sra. Maria do Carmo / São Paulo-SP

comprar-livro-vencendo-a-azia

A Relação entre Refluxo Gastroesofágico e a Flora Bacteriana Intestinal

refluxo

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars (6.123 Votos, Média: 5,00 de 5)
Loading...

Médicos e doutores de todo o mundo estão ainda surpresos com a estatística do aumento dos quadros relacionados a doença do refluxo gastroesofágico (também conhecida como pela sigla DRGE). Comparado aos anos 70, o número de quadros já atingiu seis vezes mais ocorrências em todo o mundo.

Diversos culpados são apontados para esse drástico aumento nos casos de refluxo gastroesofágico, dentre eles o gigantesco aumento de consumo de bebidas repletas de carboidratos, além do uso global de medicamentos anti-inflamatórios e principalmente medicamentos com a função de diminuir a acidez gastrointestinal.

Porém, estudos mais recentes indicam a um novo e inesperado culpado em toda essa equação. O desequilíbrio da flora bacteriana em todo o sistema digestório.

A grande maioria das pessoas imagina que toda e qualquer bactéria é nociva para o nosso corpo. Essa ideia é facilmente descartável com um simples exemplo. Nosso corpo é composto de bilhões de células, e para cada célula no nosso corpo, temos 10 células bacterianas. Ou seja, somos muito mais compostos de bactérias que nossas próprias células.

Elas estão presentes nos mais diversos locais, mas um grande foco delas se encontra em nosso sistema digestório, em locais como a saliva, intestino, estômago. Elas dependem de você para viver, assim como você depende delas para sua saúde. Sem as bactérias, você nunca seria capaz de digerir a comida.

As colônias de bactérias no seu intestino são tão incríveis que elas foram um ecossistema dentro de seu corpo. São bilhões de bactérias extraindo os nutrientes dos alimentos e matando as bactérias invasoras. Elas são até capazes de se comunicar com seu cérebro, causando alterações em seu humor e aumento em seu apetite.

A relação entre seu estômago e esôfago e intestino

O sistema digestório do corpo humano é extremamente complexo, e composto de diversas colônias de bactérias em separados trechos, cada um com sua específica função.

Nada costuma ocorrer em separado em seu corpo, se algo está afetando seu estômago, ele terá reflexos em seu intestino e esôfago, e o contrário também é válido. Por isso também, condições que afetam diretamente qualquer um de seus órgãos, irá afetar os outros órgãos, e por consequência, suas colônias de bactérias.

Por um lado, qualquer tipo de doença ou sintoma terá fortes repercussões por todo seu corpo, e poderá ser difícil encontrar a origem do problema. Por outro, é possível facilitar encontrar outros problemas que podem estar acontecendo e você ainda não percebeu.

O melhor exemplo que temos disso é que com o consumo de medicamentos que diminuem a acidez estomacal, pode causar diversas doenças. A verdade é que a acidez estomacal não é responsável somente pela digestão de nossos alimentos, mas também da proteção contra possíveis bactérias que desejam invadir a microbiota intestinal.

Ou seja, ao tomar remédios para acabar com aquela sensação de queimação e gastura estomacal, você estará é deixando a situação mais propensa a ser repetida, além de resultar em um desequilíbrio da sua flora intestinal bacteriana, que aí sim virá a causar refluxos.

Excesso de bactérias também não é bom

É possível também fazer o contrário e causar um incrível aumento do número de bactérias em sua flora intestinal. É muito comum isso ocorrer quando se consome carboidratos.

As bactérias do seu intestino fermentam com muita facilidade açúcar, e isso causa um aumento do crescimento dela. Comer excesso de carboidratos causará então uma grande produção de gases e um aumento da pressão interna do seu intestino.

Esse aumento de pressão interna fará que com o conteúdo interno seja empurrado para fora. Quando a pressão empurra o conteúdo de seus intestinos para baixo, você sofrerá com gases, intestino irritado, constipações e em piores casos diarreia.

Porém, é também possível que a pressão leve o conteúdo de volta para seu estômago e esôfago. Quando isso ocorre, o refluxo é a consequência mais comum, além da sensação de queimação, normalmente relacionada a má digestão.

O erro comum dos médicos

Médicos costumam medicar pacientes que sofrem de refluxo gastroesofágico com remédios que diminuem a acidez estomacal. Isso além de deixar o paciente que já está fragilizado propenso a novas doenças, não ajuda em nada a resolver o quadro atual que ele se encontra.

O ideal é fazer justamente o contrário, medicar para equilibrar ou aumentar a acidez estomacal do paciente para que assim a flora intestinal não esteja nem em excesso, nem em falta.

É muito comum recomendar a limitação de diversos alimentos, que costumam ser bem cotidianos em nossa vida. O consumo de laticínios e carboidratos pode ainda atrapalhar no balanceamento da flora intestinal, mesmo com o consumo de medicamentos para aumentar a acidez estomacal.

Para saber esse o procedimento é necessário, fazer um exame especial. Gastrocopia não chega tão longe em seu esôfago, e colonoscopia somente alcança parte de seu intestino grosso. Para conseguir diagnosticar qualquer problema com as bactérias no seu intestino delgado, você terá que fazer um teste simples após beber uma solução açucarada.

Quando consumido, as bactérias irão digerir o açúcar em hidrogênio e metano, que então irão aparecer em um simples teste, feito semelhante a um bafômetro.

Agora, caso você tenha recebido o diagnóstico de refluxo e sofra com os incômodos que ele causa, saiba que existem maneiras naturais de balancear sua flora intestinal mesmo sem a necessidade de medicamentos.

Quer saber mais? Conheça o livro Vencendo a Azia, um curso totalmente online que te explicará passo a passo como lidar com seus problemas gastrointestinais!

Probióticos Mais Usados no Tratamento Para Refluxo, Gastrite, e Azia

produtos-probioticos

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars (5.412 Votos, Média: 5,00 de 5)
Loading...

Muitas pessoas sofrem diariamente com problemas gastrointestinais. O que essas pessoas ainda não sabem é que foi cientificamente comprovado que o uso frequente de Probióticos pode ser a solução para os seus problemas.

Os Probióticos atuam na mucosa do estômago, produzindo assim, elementos bacterianos que impedem a colonização de bactérias. Eles também ajudam a reforçar o sistema imunológico, reduzindo a inflamação das células presentes no estômago.

Vamos te explicar hoje como os Probióticos atuam no organismo, do que são compostos, e onde é possível encontra-los.

tratamento-para-refluxo

Probióticos: O que são?

Trata-se de micro-organismos vivos, que, ao serem ingeridos, são capazes de estabelecer um equilíbrio da flora intestinal. O corpo humano por si só já conta com um certo número de Probióticos, presentes não só no intestino, como também na boca, esôfago e na garganta.

Se já possuo Probióticos, porque ingeri-los?

Estudos científicos comprovam que o consumo frequente de Probióticos potencializa as ações dos que já existem em nosso corpo, e ainda traz uma série de outros benefícios, como:

  1. Ajudam no controle do peso;
  2. Garantem um bom funcionamento do intestino;
  3. Auxiliam no tratamento da gastrite, pois inibe a colonização gástrica;
  4. Fortalecem nosso sistema imunológico;
  5. Reduzem a celulite;

Ajudam a prevenir o câncer.

Como é possível aumentar a quantidade de Probióticos no organismo?

Como já foi dito anteriormente, consumir produtos que contenham Probióticos é a forma mais eficaz de torna-los ainda mais presente em seu organismo.

É preciso que a ingestão desses produtos seja diária, para os resultados sejam atingidos de maneira rápida e eficiente. É recomendável, na verdade, ingerir pré-bióticos, pois são eles que servem de alimento para os Probióticos.

Hoje em dia, as pessoas têm cada vez mais receio de ingerirem algum micróbio, e fazem de tudo para que a comida seja cada vez mais “higienizada”.  No entanto, esse tipo de esterilização dos alimentos é o que elimina os Probióticos, e, com isso, faz crescer o índice de doenças gastrointestinais.

Em que tipo de produtos posso encontrar o Probióticos?

1º- Kefir

O Kefir, a princípio, pode ser confundido com uma coalhada. No entanto, esse alimento trata-se de uma bebida feita de leite fermentado com “grãos”, que na verdade são uma pequena colônia de micro-organismos. Esses grãos possuem bactérias ácido-lácticas, leveduras e acido acéticas.

Essa bebida ajuda a reduzir a acidez no estômago, controla a produção da bile, e ainda é uma forte aliada no combate à diarreia, devido à presença de bactérias, lactobacilos e leveduras.

2º- Iogurtes feitos em casa

Muitos mais do que os iogurtes industrializados, os iogurtes caseiros contêm uma enorme quantidade de Probióticos, proteínas, carboidratos, vitaminas, sódio, cálcio etc. São uma ótima alternativa para consumir Probióticos, e o custo para produzir um iogurte em casa é muito pequeno.

3º Kombucha

Esse nome engraçado é o que caracteriza um tipo de bebida, obtida a partir da fermentação de um chá. Esse chá é adoçado pela Kombucha, que pode ser muito semelhante à uma panqueca, e contém grandes quantidades de leveduras e bactérias.

A fermentação leva alguns dias, e todo o açúcar da Kombucha se vai, o que torna a bebida doce com uma leve presença de acidez no sabor.

4º – Cápsulas que contém Probióticos

Uma maneira diferente de consumir Probióticos é ingeri-los em cápsulas. Esse método oferece mais proteção ao que interessa (os Probióticos), para que o intestino possa absorver o máximo daquela substância.

Os Probióticos em cápsulas podem ser encontrados em casas de produtos naturais locais, ou em grandes redes como a Mundo Verde, e chegam a durar dois anos, se bem armazenados.  É aconselhável ingerir uma cápsula junto com uma das refeições feitas no dia.

5º – Leite fermentado e iogurtes: Activia, Yakult etc

Apesar de conterem Probióticos, os iogurtes e leites fermentados industrializados são os menos recomendáveis no tratamento de gastrite, azia e refluxos. Primeiro porque, algumas vezes, eles não possuem a quantidade de Probióticos necessária para fazer efeito.

Além disso, todo mundo sabe que produtos industrializados costumam ter um alto índice de açúcar em sua composição, sem falar nos corantes e outros elementos que não fazem bem ao organismo.

Apesar de não ser do conhecimento da maioria das pessoas, muitas vezes esses iogurtes chegam aos supermercados sem nenhum pro biótico. Isso acontece porque são pasteurizados, e esse processo acaba “esterilizando” o produto.

Portanto, se você sofre de algum problema gastrointestinal, como azia, refluxos e gastrite, que tal começar a ingerir probióticos?

Se quiser saber quais os melhores pro bióticos para se ter em casa, quantas vezes por dia consumir e qual deles será melhor para o seu problema, o Método Vencendo a Azia, um curso totalmente online, pode tirar todas as suas dúvidas a respeito e te ajudar a potencializar seus efeitos no tratamento de seus problemas. Não perca tempo, acesse!

O que é Kefir e Porque Tomá-lo para se Livrar da Gastrite, Azia e Refluxo

Kefir

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars (5.123 Votos, Média: 5,00 de 5)
Loading...

O Kefir tem muitas propriedades e traz muitos benefícios, por isso ele sempre desperta a curiosidade de muita gente. Esse post é para quem quer saber mais sobre ele. Nesse texto, tiraremos todas as suas dúvidas sobre ele e falaremos um pouco mais dos benefícios e como ele pode ser preparado. Confira!

Para que serve o kefir?

Aliado à resolução de problemas intestinais e gástricos, o kefir cuida da parte mucosa do estômago. Ele ajuda a minimizar a proliferação Helicobacter pylori, que é uma bactéria que pode causar gastrite e até mesmo úlceras.

Utilizando o kefir, você pode estabilizar a quantidade de açúcar na sua circulação sanguínea, aumentar a produção de serotonina, baixar a pressão arterial, além de reduzir inflamações.

Os benefícios não param por aí. O kefir pode ajudar a na digestão e a aliviar o estresse. E se você quiser uma pele mais bonita, pode contar com ele também. No entanto, caso você tenha algum problema de saúde, é importante consultar um médico antes de consumir. Se não tiver, abuse desses benefícios, pois não há contraindicações.

Propriedades do grão

O kefir é uma colônia de micro-organismos de cor branca que têm seu formato muito parecido com o de uma couve-flor ou queijo cottage. Essa colônia ainda está sendo estudada pela ciência para que todas as suas propriedades sejam compreendidas.

Outra coisa interessante é que o kefir feito em casa tem muitos probióticos. A quantidade pode variar entre 35 a 50 tipos. Como o kefir tem leveduras e lactobacilos em sua formação, isso resulta na presença de estreptococos, lactococcus e bactérias acéticas, que são micro-organismos também.

Surgimento do kefir

Os russos e iranianos já conheciam e consumiam o kefir há mais de 4.000 anos. Os “grãos” eram guardados como algo precioso que era dado como herança pelas famílias.

Uma lenda da região das Montanhas do Cáucaso diz que o kefir havia sido dado de presente aos ortodoxos pelo profeta Maomé. Ele teria ensinado as formas de prepara-lo e as pessoas passaram a acreditar que os grãos tinham propriedades mágicas, e ele ficou conhecido como “grãos do profeta”.

Apenas no século XIX que os benefícios do kefir saíram da região caucasiana, pois médicos que atuavam na Rússia escreveram artigos científicos que contavam sobre a eficácia dos micro-organismos para tratamentos gastrointestinais.

Os estudiosos ainda têm dúvidas de como o kefir chegou na região e de como pode ser produzida a sua matriz.

Onde encontrar o kefir?

Esse grão pode ser cultivado, e, ao entrar em grupos como o KEFIR BRASIL do Facebook ou falar diretamente com a administradora VANESSA AR, você pode solicitar a doação do grão, que será feita por ouras pessoas que já são beneficiários do Kefir.

Caso prefira, você pode adquirir o kefir pelo Mercado Livre também.

Tipos de kefir

Os grãos podem ser divididos entre kefir de leite e kefir de água, sendo que o kefir de água possui menos probióticos do que o de leite, e conta com uma variação entre 10 a 15 micro-organismos. Entretanto, o de água é mais recomendado para pessoas com problemas gástricos e principalmente para os intolerantes a lactose.

Já o kefir de leite tem mais aminoácidos e grandes quantidades de magnésio e cálcio. Entretanto, a diferença maior entre eles é a forma de preparação.

Para fazer o kefir de água, você pode usar sucos de fruta ou agua de coco em sua preparação. Não se assuste ao sentir que o kefir ficou levemente gaseificado, essa reação é normal, devido a fermentação que ocorre quando o açúcar produz minerais e probióticos.

Ao passo que, para preparar o kefir de leite, é usado leite em sua base. O tipo do leite pouco importa, pode ser o leite de vaca pasteurizado, o de coco, leite integral, desnatado ou até mesmo o de soja. Em contato com a lactose, os grãos produzem enzimas como a lactasse, por exemplo.

Preparando o kefir

Você se surpreendeu com os benefícios do kefir, não é mesmo? Então mão na massa e veja como é fácil preparar o seu próprio kefir em casa.

Separe um recipiente de vidro ou de plástico para colocar o kefir. É importante que ele fique de 12 a 36 horas em descanso, para que a fermentação aconteça. Fique atento ao clima, pois em dias mais quentes a fermentação pode ocorrer de forma mais rápida, em no máximo 24 horas.

Para fazer o kefir de leite, coloque os dois em um recipiente e feche a abertura com um papel toalha. Prenda o papel com um elástico e coloque o recipiente em um local que tenha abrigo contra a luz. O kefir vai ficar com algumas pelotinhas, isso é normal, basta coar e pronto! Está feito o seu aliado contra a gastrite.

Se você quiser saber mais sobre os benefícios do kefir, como prepará-lo, ou ainda outros métodos para melhorar seu sistema gastrointestinal, acesse o livro Vencendo a Azia, um curso totalmente online com dicas que você pode fazer em casa!

Uso de Aloe Vera para Curar Gastrite, Úlcera e Refluxo

aloe-vera

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars (7.145 Votos, Média: 5,00 de 5)
Loading...

O Aloe Vera é usado desde os tempos antigos, quando era necessário curar as feridas de soldados que lutavam nos grandes conflitos ao redor do mundo. Não é à toa que trata-se de uma das plantas medicinais mais importantes já descobertas.

Estudos científicos realizados com dezoito pessoas, doze delas apresentando problemas com úlcera, e outras seis pessoas portadoras de problemas relacionados a esse, fizeram experimentos com a planta Aloe Vera, muito conhecida também como Babosa, para averiguar se ela poderia servir como alternativa de tratamento.

O experimento consistia em fazer as pessoas ingerirem apenas uma colher de sopa de Aloe Vera, em gel, antes de irem dormir. A cura aconteceu por completo nos doze pacientes com problemas de úlcera. Além disso, onze dessas pessoas não voltaram a sentir nenhum desconforto que pudesse se relacionar à doença.

Dos seis pacientes que não tinham úlcera, mas apresentavam sintomas parecidos, cinco conseguiram se recuperar totalmente.

Benefícios do Aloe Vera em gel

O gel extraído do Aloe Vera conta com uma série de propriedades que beneficiam a saúde do ser humano. Isso porque, nele, estão presentes gliconutrientes como enzimas, polissacarídeos, gliosídeos fenólicos etc. Isso significa que o gel:

  1. Tem propriedades bactericidas, antivirais e fugicidas;
  2. É capaz de ajudar a prevenir a formação de tumores cancerígenos;
  3. Pode alcalinizar o sangue;
  4. Ajuda na redução do colesterol;
  5. Serve como acelerador da cura de ferimentos;
  6. Aumenta a atividade cardiovascular;

Ainda assim, é necessário que se faça alguns apontamentos sobre o experimento realizado:

1. Se a utilização do Aloe Vera em gel não fosse eficaz para tratar pacientes com úlcera, seria impossível curar todas as pessoas participantes do experimento utilizando somente essa substância.

2. As pessoas envolvidas nesse estudo foram acompanhadas até doze meses após a data do experimento, e não houve nenhum tipo de reclamação ou reincidência.

3. Todos os pacientes curados agradeceram imensamente pelo benefício causado em sua saúde. Além disso, os estudos puderam confirmar que o uso do Aloe Vera em gel é realmente eficaz para curar a úlcera.

aloe-vera-cuttings

Onde posso adquirir o Aloe Vera em gel e como ingeri-lo?

O gel proveniente dessa planta pode ser facilmente encontrado em casas de produtos naturais, desde as locais, presentes em uma única cidade, até as grandes lojas, como a Mundo Verde. Não é necessário ter prescrição médica, e o preço pode variar de vinte a oitenta reais, dependendo da marca do produto.

Para ingerir o Aloe Vera em gel da maneira correta, é necessário tomar apenas uma colher de sopa do produto, de preferência antes de ir para a cama. Não é recomendável consumir o gel com água ou qualquer coisa do tipo. Para obter todos os resultados, tome-o puro.

Efeitos colaterais do uso do Aloe Vera

Apesar de seus inúmeros benefícios, a planta Aloe Vera pode causar algumas reações ruins no organismo. Por isso, vamos citar algumas delas, para que você não venha a ter problemas futuros, que podem causar danos à sua saúde.

  1. Reações Alérgicas: É o mais comum entre os efeitos colaterais da planta. A partir disso, as pessoas podem apresentar prurido e erupções na pele. Em casos mais graves, existe o aparecimento de edemas e problemas para respirar.
  2. Laxante: Esse efeito também é muito comum e se dá devido à ação de desequilíbrio eletrolítico da corrente sanguínea. Pode causar moleza, perda de firmeza dos músculos e até desregular os batimentos cardíacos.
  3. Pessoas com diabetes ou hipoglicemia devem tomar o dobro do cuidado para ingerir o Aloe Vera. Isso porque ele baixa consideravelmente os níveis de açúcar no sangue, e seu uso prolongado pode levar ao surgimento da hepatite.

De que maneira as pessoas podem fazer uso do Aloe Vera com segurança?

Nunca aqueça a substância

Você sabe o que acontece quando o gel do Aloe Vera é aquecido? Ele não só perde suas propriedades, como também se torna extremamente prejudicial à saúde.

Anos atrás, quando as pessoas não tinham acesso fácil à informação, usavam a parte interna das folhas de Aloe Vera, cozinhando o gel. Procure sempre ingerir o gel na temperatura ambiente, em sua forma natural.

Não utilize a casca do Aloe Vera

Não é toda a estrutura da planta que deve ser aproveitada. A casca do Aloe Vera contém substâncias extremamente nocivas ao organismo. Entre essas substâncias estão: socalopina, capalina, aloína etc.

Então, é preciso se atentar para que não haja nenhum resquício da casca no produto que você irá consumir.

Agora que você já conhece todos os benefícios dessa planta, pode começar a ingeri-la. Lembre-se de que a Babosa é excelente na cura de muitas doenças, mas não são todas as partes de sua estrutura que podem ser consumidas.

Para melhores explicações sobre como consumir essa planta e outras dicas para curar a gastrite, úlcera, refluxo e outros problemas, conheça o Método Vencendo a Azia! Nele, você encontrará um passo a passo para eliminar esses problemas em 4 semanas, sem sofrimento e com ingredientes naturais.

Refluxo Gastroesofágico: Entenda Tudo Sobre Essa Doença!

refluxo-gastroesofagico-572x300

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars (7.000 Votos, Média: 5,00 de 5)
Loading...

Muitas pessoas sofrem com o Refluxo e, exatamente por isso, resolvemos explicar melhor essa doença. Sim, o Refluxo é uma doença, e tem cura!

Na maioria das vezes, essa enfermidade é notada pela recorrente azia, aquela queimação depois das refeições, tosse crônica e até asma refratária. Esses são sintomas complicados de ser analisados, pois acontecem por simples motivos e talvez nunca iríamos seriam relacionados ao problema estomacal.

A medicina convencional, que trata o Refluxo como resultado do excesso de ácido no estomago, logo “trata” tal enfermidade com medicamentos que cessam a produção de ácido gástrico.

O problema é que, em muitos casos, não é o excesso de ácido que causa o Refluxo, e sim a baixa produção de suco gástrico no estomago, o que acaba sendo “inibido” pelos medicamentos, e então temos medicamentos agindo contra nosso próprio organismo.

Mas, afinal o que causa o Refluxo Gastroesofágico?

10-maneiras-de-como-acabar-com-a-azia

 

Para entender melhor, vamos imaginar que hoje você comeu um hambúrguer no almoço. Depois que você mastigou cada pedaço, ele passou pelo seu esôfago até chegar ao estômago. Nesse órgão, existe um músculo chamado Esofagiano Inferior (EEI), que age como uma válvula, e, então, não deixa que a comida ou o suco gástrico do estômago suba pelo esôfago.

O Refluxo ocorre porque essa válvula não está trabalhando como deveria, e, então, quando o Esofagiano Inferior relaxa, permite que o ácido do estômago suba em seu esôfago e então cause aquela queimação (azia, um sintoma de Refluxo).

Agora que deu para entender o que é Refluxo, vamos ao assunto principal desse texto: o Refluxo gastresofágico, que é causado pela ausência de produção de ácido do estômago, e isso geralmente está relacionado a problemas com hérnia de hiato.

Tratando naturalmente

Para evitar a dependência aos remédios, a melhor forma de combater à azia e o Refluxo é recuperar a função e equilibrar a acidez do estômago, e o segredo está em uma alimentação saudável, com ingredientes ímpares.

Dessa forma, evite comer alimentos processados, frituras e açúcar, assim como cafeína, álcool e nicotina. Apostem em uma alimentação colorida, cheia de vegetais, frutas, legumes e verduras. Beba muita água e não a substitua por refrigerantes ou sucos industrializados. Assim como nos alimentos pró-bióticos – responsáveis por equilibrar a flora intestinal.

Já estamos falando sobre a baixa produção de ácido no estômago (Refluxo gastroefrágico), aposte nos alimentos que auxiliam na produção de boas quantidades de ácido.

Nessa linha de estimulo de produção, substitua o sal normal por um sal integral e não processado- ele irá proporcionar ao seu organismo o cloro necessário para fazer o ácido clorídrico ter um excelente funcionamento bioquímico. Além disso, o chucrute ou suco de repolho também é um ótimo estimulante da produção de ácido do estômago.

Além disso, é interessante fazer uma ingestão de água de pelo menos 2 litros por dia, já que todos os sucos digestivos possuem água como o principal elemento em sua constituição.

Deu para perceber que, com pequenas mudanças na alimentação, você mesmo pode curar seu Refluxo. Então não se esqueça de que a chave para tratar a gastrite, azia e o Refluxo é recuperar o funcionamento do estômago, o que está ligado à alimentação e digestão.

o-que-e-refluxo

Outro ponto que você deve estar sempre atento é na sua flora intestinal: ela está totalmente relacionada a uma alimentação saudável e tudo que ela envolve. Tente equilibrar sua flora intestinal, e então irá aumentar a absorção de nutrientes do seu organismo.

Invista nos alimentos naturais e veja que eles podem ser muito mais que simples saladas: existe uma série de ingredientes naturais – muitos dos quais nem temos o conhecimento, que, além do delicioso sabor, podem dar ótimas receitas, que farão com que você nem sinta falta de todo o resto. Então tire de vez os alimentos processados do seu dia a dia.

Junto com essa nova alimentação, não se esqueça de comer os alimentos pro-bióticos, aposte nos iogurtes naturais, Kefir, kombucha e vegetais fermentados, ou até mesmo suplementos de pro bióticos.

Desta forma, você irá equilibrar a sua flora intestinal e estimular a produção de suco gástrico no seu organismo, o que irá inibir os Refluxos, azias e até melhorar a gastrite que insiste em lhe causar problemas.

Com esse artigo você pode ter a noção de muitas alternativas para te ajudar a combater certos problemas estomacais, então não perca tempo, ou torne-se escravo de medicamentos, aposte em uma nova alimentação.

É muito comum quem tem esses problemas ser refém de medicamentos que promovem alívio instantâneo, mas saibam que uma hora nosso organismo começa a desenvolver certa resistência aos medicamentos e então deixam de fazer efeito, apenas levando substâncias químicas ao nosso corpo sem razão.

Todas essas dicas e muito mais você encontra no livro Vencendo a Azia, um curso online que vai te livrar da gastrite, da azia e do refluxo em 4 semanas, de forma totalmente natural! O que está esperando? Acesse agora!